quinta-feira, 10 de setembro de 2026

 Manhã de chuva

Os pingos de chuva caem sob as folhas

Escuto barulhos de trens 

Lembro-me que a calmaria ainda existe.


No meio deste caos

Barulhos estrepitosos 

Nestas salas frias,

Sentados em fileiras 

Corpos gélidos

Aonde ainda habitam corações

Sangue circula com uma pretensão 

Seguir o caminho de pedra e escaladas,

Mas por qual motivo?


Almas acorrentadas 

por um propósito,

procuro o meu.