Manhã de chuva
Os pingos de chuva caem sob as folhas
Escuto barulhos de trens
Lembro-me que a calmaria ainda existe.
No meio deste caos
Barulhos estrepitosos
Nestas salas frias,
Sentados em fileiras
Corpos gélidos
Aonde ainda habitam corações
Sangue circula com uma pretensão
Seguir o caminho de pedra e escaladas,
Mas por qual motivo?
Almas acorrentadas
por um propósito,
procuro o meu.